> A Profecia de Margarida: novembro 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Do meu Twitter:

BouvardiaMt - Quando trouxeram os pardais para o Brasil e esses começaram agredir as aves nativas, a população mais consciente ficou revoltada...


BouvardiaMt - Mas ai a miséria cresceu, os pardais sumiram (foram caçados, comidos, maltratados...), até os gatos foram devorados e ou viraram tamborins.


BouvardiaMt - Isso, de tomar morros, mangues, orlas, beiradas de rios... Com favelas e sair matando tudo, até uns aos outros, não é comportamento humano


BouvardiaMt - Não sou contra as misses lajes, que a mídia tanto enaltece, sou contra as lajes no espaço que é do Verde, nos morros, enfreando e infectando tudo.


BouvardiaMt - Não sou contra os pagodeiros, sambistas, ‘funkeiros’... Sou contra matar animais, principalmente, nativos (mesmo os gatos), para os tamborins.


BouvardiaMt - Quero voltar a passear em ruas arborizadas; quero de volta os jardins cheios de flores em frente das moradias. Quero a visita do Beija-flor.


BouvardiaMt Transformar morros, manguezais, orlas, beiras de rios e de rodovias em favelas e ou outro tipo de acampamento para miseráveis numa Nação Continental, NÃO É CERTO NEM INTELIGENTE, e prejudica até quem mora, principalmente, suas crias.


Não existe vantagem em se morar em favelas. Destruímos a beleza, tornando o humano em alguma coisa de dá pena e, geralmente, sacaneamos a natureza danando o ambiente


BouvardiaMt - Não precisamos mais dos carros queimando combustíveis (óleo, gasolina, álcool, ou o sacana biodiesel, de alimentos), temos o carro elétrico


BouvardiaMt - Não há desculpas para matar o verde. Não somos gafanhotos. Não há mais a necessidade para colocar barragens em rios, prejudicando o acesso pelas águas (ir e vir dos peixes), para as hidrelétricas. As termoelétricas, então, é uma covardia inaceitável por qualquer inteligência, além, de ignorância, burrice extrema ou CORRUPÇÃO medonha... E o uso do Petróleo pode ser diminuído


BouvardiaMt - Fora de tudo que sou e posso ser, eu não sei se sou assim ou assada. Acho que estou ‘no ponto’. Nem seca, nem molhada, nem melosa. Molhadinha? Depende


BouvardiaMt Não sou lerda, nem rápida, nem acelerada... Controlada? Talvez. Não sou burra, nem inteligente, nem intelectualizada... Confiante? Possivelmente.


BouvardiaMt Não educada, nem generosa, nem submissa... Respeitosa? Nem sempre. Discrição? Impossível. Sou eu, mas você pode me ver e me ter como quiser.



BouvardiaMt - A consciência ecológica foi embora. O mundo está cada dia menos bonito - http://margaridat.blogspot.com/2011/11/consciencia-ecologica-foi-embora.html


BouvardiaMt - Visão vadia. A tevê a gente não vê, nem sente mais... É propaganda, propaganda, propaganda... - http://margaridat.blogspot.com/2011/11/visao-vadia.html


Visite o meu Twitter (https://twitter.com/#!/BouvardiaMt ), as vezes, quando tenho tempo, apareço por lá.


Margarida Tavares.

Visão vadia.

A tevê a gente não vê, nem sente mais...

Não relaxa. Não dá...


Se aberta, pior


Propagandas, propagandas, propagandas...


Tudo na tevê aberta é propaganda, não necessariamente do produto mostrado, mas dos autores e ou dos artistas envolvidos:


As novelas que falam das pessoas, que elevam celebridades...


Ora, se “as inteligências pequenas discutem as pessoas”, os ‘artistas’ que fazem; os agentes que promovem; os empresários que usam; e os telespectadores que assistem esses produtos, diariamente, não podem ser grandes.


Os noticiários também promovem e ou derrubam.


Dependem somente daqueles que podem e ou não podem pagar, seja diretamente; seja através do clientelismo; seja indiretamente com alguém do meio, anunciantes e ou contribuintes, interessados... Não importa! O objetivo do noticiário atual não é informar, mas idiotizar, confundir e propagar.


Até os anúncios não tem somente o objetivo de promover um produto.


Às vezes o interesse é atravessado ou totalmente inverso e promove somente o criador, o autor do anúncio, para que este alcance algum prêmio. Já tem quem pague para promover um produto... Um desses profissionais de propaganda e marketing, bem formado, me disse que pagaria para fazer a propaganda do Bombril e da Cerveja Brahma. É mole?


O mundo ficou maluco.


Margarida.

A consciência ecológica foi embora

O mundo está cada dia menos bonito

Olho para os morros e não vejo os pássaros. Não tem árvores, não tem animaizinhos, não tem flores... Nem casas bonitas com jardins. Talvez ratos, porque os gatos foram comidos e ou transformados em tamborins... Têm baratas, moscas, mosquitos...

Dignidade?

Será?

É inteligente enfear um ambiente só pelo prazer de ter uma visão bonita observado do meio dessa feiúra invasora?

Será que o Cristo, tão bonito, sente prazer olhando para os morros enfeados, infectados por criaturas estranhas ao meio ambiente, cheios de barracos e ou de casas malfeitas, instaladas como trepadeiras, e tomados por invasores humanos inconseqüentes, que desmatam, matam, cavoucam, explodem foguetes e dão tiros ao léu?

E ai?..

O Rio de Janeiro não se parece com a República da Somália porque em nossos desertos existem os barracos ou casas feias, malfeitas, trepadas sobre as outras...

192 milhões de brasileiros. Em número de habitantes somos a metade dos EUA e já tomamos quase todos os morros das cidades, expulsamos a natureza (as árvores, flores e frutos) e entregamos a feiúra dos barracos trepadores; substituímos a fauna natural por ratos, baratas, moscas, mosquitos...

Pessoas bonitas e inteligentes? Sei não.

Tenho invejas das cidades que preservam largas avenidas; morros arborizados, mesmo que habitados; costa marítima sem vazamento de óleo; sem borras de piches chegando às praias...

Estão vendendo ao caos a natureza, a vida marinha, a beleza de se olhar... Tudo por míseros royalties...

Vale a pena?...

Até quando a lindeza (beleza delicada; Perfeição; graça, primor...) d’essa cidade agüentará aos monstros do próprio lugar?

Sei, não.

Quero morrer antes que o Cristo seja tomado por insetos; antes que às praias cheguem os milhões de barris de óleo, líquido, ralo, grosso e ou em forma de piche...

Os morros cheios de feiúras já me entristecem...

Tadinho do Rio!

Tadinho de nós?

Tadinha de mim!

Quase uma Somália?

Quem sabe?

Dependendo de onde e como se olhe.

Margarida.