O banditismo e ou a imoralidade humana temperadas por fetiches sexuais e ou sentimentais, na relação pessoal via internet, faz uma pessoa fraca bloquear a amiga para se ‘entregar’ ao desconhecido na grande e complexa rede no Mundo Virtual. E mentindo, sacaneando, se passando por vítima, até colocando a culpa no tempo, no clima, em suas obrigações, em seus pudores... Essa pessoa não muda porque se acostumou com o imoral.
A TRAIÇÃO SENTIMENTAL ENCHE A INTERNET e tem provocado dores nos peitos, nas mentes e nos bolsos dos ‘navegantes’, já que faz a pessoa que se sentiu traída voltar a pisar no mundo que tem como real para ter com a pessoa numa outra realidade, agora no mundo físico.
E nós, observadores, podemos fazer o que?
Não tem jeito.
Às vezes essa pessoa procura mais que amor. Talvez, lhe falte tudo, até o básico da sobrevivência (alimento, educação, capacitação, emprego, moradias...), e esteja neste mundo enganador, que parece não ser concreto, palpável, chamado ‘virtual, a procura de um atalho para uma vida melhor em seu conceito, acreditando, realmente, que neste mundo ninguém sente, não tem dor.
Pode ser que ela, essa pessoa que também trai no mundo virtual, não saiba que a vida vivida na GRANDE REDE não pode ser bandida, porque, diferente do que aparenta, é mais que VIRTUAL ou que conceitual – do que algo que não é concreto e que não é palpável - já que fere, machuca e causa prejuízos psicológicos e, a partir daí, o ferimento físico, crime...
No entanto, de forma convicta e com base na dignidade que conhecemos, só podemos amar essa pessoa, pois tudo que fizermos a mais é errado e ou maus tratos e ou mesmo covardias, exploração, pilantragem e humilhações. Porque ela, por mais que se ache forte, esperta e valente, zombando da situação – “Ah... Como sou bandida!” -, na realidade, em quaisquer dos mundos que pisar, continuará fraca, carente, idiota... Mas, mesmo assim digna de nosso amor.
Margarida.
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