O assistencialismo político, então, é um sistema de bandidos que subjugam os mais pobres, empobrecidos por desmandos governamentais causados por corrupção e ou incompetência, e que são assistidos para que estejam sempre por baixo, devendo favores, sujeitos às punições de cima para baixos e sempre dependentes.
Uma pessoa assistida acaba, na realidade, pagando caro pela tal assistência; se transforma em ‘beneficiado’, em ‘carente’, em ‘miserável’... É colocada em ‘currais’; tido, pelos malandros que exploram a fé, como ‘rebanho’, ‘ovelha’ e até ‘cavalo’, no espiritismo...
É triste, principalmente, porque aquele que oferece assistência, na verdade, é um parasita e sobreviverá, a partir daí, tirando seus sustentos, seus privilégios e suas riquezas, para si, para sua família e para seus amigos, justamente daqueles que eles dizem assistirem.
Ninguém precisa de assistência numa democracia, se não houver os desvios de seus direitos para privilegiar os feudos e para que esses preservem o sistema indigno da humanidade; ou digno dela, claro, se essa tal humanidade for isso mesmo que aparenta: uma massa de seres ruins, capazes de maltratar e se alimentar do sangue, do suor, da carne e dos ossos do próprio humano.
O assistencialismo implantado no Brasil ultimamente deixa vidente, para quem olha de cima e ou de fora, a pequenez do Povo brasileiro e leva para a marginalidade, para o banditismo, os líderes e governantes. Essa visão só não brilha mais, como o próprio fogo do inferno, para que todo o mundo veja, por causa da idiotização inserida pela mídia na mente de cada miserável, que cega esse povo apequenado pela estupidez, mas vaidosos pelos entretenimentos que são garantidos e remunerados pelo erário que aliviaria o próprio sofrimento e combateria o empobrecimento.
Num único show a Ivete Sangalo e outras celebridades recebem o valor de uma dúzia de casas dignas, enquanto àqueles que assistem e que pagam com as próprias vidas (e vidas de seus familiares), numa idiotização coletiva, moram em barracos em favelas, sem nada, nem o básico.
Jogadores de futebol, tipo Ronaldinho Gaucho, tira dos miseráveis mais de R$ 1, 600, 000,00 (um milhão e seiscentos mil reais), por mês. O pobre que paga, é obrigado a aplicar golpes, roubar e ou trabalhar, recebendo menos de míseros R$ 500,00, por mês (com os descontos).
Fazer o que? Eles têm o livre arbítrio.
Continuar dando esmolas (bolsa disso e daquilo, cotas, benefícios, gratuidades...)?
Seguir incentivando as moradias em favelas, como se algo legal, normal e digno fosse?
Prosseguir elevando os biscateiros à condição de empreendedores?
Persistir desviando verbas públicas para os entretenimentos (diversão) semanais por todo o país, enriquecendo ‘celebridades’ até com incentivos fiscais (desvios de impostos antes mesmo de serem recolhidos ao erário) às culturas, às artes e aos esportes?
Sei não...
Em vez de bairros dignos com casas em terrenos, ruas largas e arborizadas e tudo de direito, terão favelas com becos, pinguelas, barracos...
Em vez de educação, terão enganação;
Em vez de postos de saúdes dignos com médicos e o resto, terão UPAS cheias de estagiários, enganados com falsos médicos de família; tratados como nas guerras, na frente de todos sem o sigilo de direito...
Cada Povo tem os líderes e governantes que merece.
Margarida
Nenhum comentário:
Postar um comentário